quarta-feira, 7 de novembro de 2007

É hora de cantar



Epitáfio


Devia ter amado mais

Ter chorado mais

Ter visto o sol nascer

Devia ter arriscado mais

E até errado mais

Ter feito o que eu queria fazer

Queria ter aceitado as pessoas como elas são

Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração...


Esta música tem muita coisa para nos dizer. Uma coisa é certeza: o que passou, passou! Não tem porque ficar achando o que devia pois é breve o instante e o que se foi é PASSADO.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Rap do Aquecimento Global


Corre pessoal a parada é animal
Aquecimento global
Todos podem ajudar
e a natureza respeitar
senão o que vai acontecer?
O planeta vai morrer!
A água acabará
se a gente não cuidar
vamos logo adiantar
para não desanimar
O gelo tá derretendo
e a gente não tá vendo?
a àgua vai subir
e a gente vai sumir
O sol ta esquentando
e o gelo derretendo
cuidado minha gente
o mundo ta encolhendo.
Refrão: É preciso cuidar do planeta
como se não houvesse amanhã
porque se a gente parar de pensar
o planeta vai se acabar
Preste atenção
no que vou te falar
aquecimento global
é coisa séria
é melhor não brincar
O mar secará
o fogo apagará
a terra vai apodrecer
e o planeta vai morrer
Aquecimento global
não é brincadeira não
as plantas secarão
e o nosso esforço
será em vão
Agora vamos ver
a miséria acontecer?
o rico vai ficar
com toda àgua pra gastar.


( Ben-Hur, aluno da 7 série do Centro Educacional Carneiro Ribeiro- Classe 1)

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Senta que lá vem a piada!!!












A mãe :

_ Pra que você quer o dinheiro?

Juquinha:
_ Pra dar a um velhinho
A mãe:

_ Muito bem !!! E quem é esse velhinho?

Juquinha:

_ É aquele que grita: "Olha a pipoca quentinha








_ Se você não tomar essa sopa, eu chamo o Lobo Mau.


_ É bom, mamãe, pra ver se ele tem coragem de tomar esta sopa também!





_ Garçom!!! O que me serviu ra chá ou café??? Está com gosto de DETERGENTE!!!
_ Então era chá. O café tem gosto de querosene.



Na lanchonete da rodoviária, um viajante pede um bolinho.
O garçom diz:
_Não leve a mal, mas o bolinho não é de hoje.
_ Então me dê uma coxinha.
_Meu senhor, também é de ontem.
_ Então me dê aquele espetinho.
_O espetinho é de ontem também.
O viajante, já nervoso, pergunta:
_ Como é que eu faço pra comer alguma coisa de hoje?
E o garçom:
_ Passe aqui amanhã.


















(Ciranda Cultural, Buchweitz.)

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

O Amor

Não te amo mais
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero com sempre quis
Tenho certeza que
Nada foi em vão

Sinto dentro de mim que
Você não significa nada
Não poderia dizer mais que
Alimento um grande amor
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Eu te amo!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais...

( Poema de autoria desconhecida, que pode ser lido de baixo para cima
Utilizado em propaganda do filme A dona da História,
publicada na revista Veja em 6 de out. 2004.)

Este vídeo foi realizado pela turma de Letras Vernáculas do Prole na Ufba, na Facon com a prof.Simone Bortoliero e as alunas Cláudia, Josevalda, Iris, Dilza, Eliana,Jandiara.

Reflexão

"(...) Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão."( Carlos Drummond de Andrade.Memória. In: A palavra mágica. Rio de Janeiro, Record,1997.)

Lembranças e sonhos são pedaços da magnífica vida. As lembranças dos tempos de outrora, em seus instantes de sofrer ou de contentamento, contribuem para recarrregar as nossas forças e para fazer de nossa estrutura interior um sólido e forte bloco para enfrentar os diferentes contratempos do presente e as vitórias vindouras.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

As leituras indígenas


www.elianepotiguara.org.br



"Todas as culturas humanas criaram modos de viver coletivamente, de organizar a vida política, de se relacionar com o meio ambiente, de trabalhar; desenvolveram linguagens, manifestações artísticas e religiosas, valores morais, vestuários e moradias."


Novo Diálogo. Beltrão, Eliana Santos. Gordilho Tereza. São Paulo, editora FTD. 1ª edição. 2006. p. 173.

Penso e passo



quando penso
que uma palavra
pode mudar tudo
não fico mudo
MUDO

quando penso
que um passo
descobre um mundo
não paro
PASSO

e assim que
passo e mudo
um novo mundo nasce
na palavra que penso



Alice Ruiz. Poesia pra tocar
no rádio. Rio de Janeiro,
Blocos, 1999.

www.aliceruiz.mpbnet.com.br/release.htm